Grupo Operacional ” OleoColza”

O GO “OleoColza”,pretende validar a capacidade produtiva da colza (brassica napus). Avaliação do impacto de diferentes variedades na capacidade produtiva da COLZA no Alentejo e Região do Ribatejo. Testagem como cultura de rotação, com boa rentabilidade, potencial de valorização dos solos e dirigida para a extração de óleo vegetal.

Ponto de situação do GO: Em início de atividade.

Coordenador do GO: ANPOC – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PRODUTORES DE CEREAIS

Área do plano de ação:

Produção Vegetal – Cultura de leguminosas secas e sementes oleaginosas

Parceiros:

ANPOC – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PRODUTORES DE CEREAIS; SOVENA OLEOSEEDS, SA; INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO AGRÁRIA E VETERINÁRIA IP; CONSULAI – CONSULTORIA AGRO-INDUSTRIAL, LDA, SOCIEDADE AGRICOLA DA ALORNA SA;   SOCIEDADE AGRICOLA DA QUINTA DA LAGOALVA DE CIMA S A;      CERSUL – AGRUPAMENTO DE PRODUTORES DE CEREAIS DO SUL S.A;    AGRO-VALE LONGO, LDA TORRE DAS FIGUEIRAS-SOCIEDADE AGRICOLA LDA.

Prioridade do FEADER

3.ª Prioridade – Melhoria da integração nos mercados

Objetivo global da iniciativa:

“Obtenção de variedade(s) de Colza com características superiores em termos qualidade, introduzida como cultura de rotação de alto rendimento, com valorização dos solos e com características condizentes com as especificações da indústria”.

Objetivos  a médio prazo:

Promover e consolidar a fileira produtiva (agricultores e/ou as suas associações) organizando a concentração da oferta, de modo a fornecer à indústria lotes de Colza homogéneos e de elevada qualidade; Promover o aumento de áreas e rentabilidade de produções (substituição de importações por produção nacional). 4) Identificação dos resultados previstos atingir.

A presente iniciativa propõe-se a obter e disseminar, junto dos diferentes intervenientes da fileira, os seguintes resultados:

– Divulgação de variedades de Colza com elevado potencial genético de qualidade, reconhecidas pela indústria;

– Elaboração de uma conta de cultura e cálculo da pegada ecológica;

– Identificar tipos de rotação, com outras culturas anuais, que tragam vantagem ao agricultor;

– Divulgação de itinerários técnicos adequados que potenciem a produção de Colza de elevado rendimento agronómico e rentabilidade industrial;

– Desenvolver a fileira da Colza, criando uma plataforma de partilha e discussão entre os diferentes agentes da cadeia de valor, desde a produção, indústria, e organismos de I&D.

Apoios: